No modernismo brasileiro, a simplicidade nunca significou ausência de ornamento, mas sim precisão, propósito e respeito ao cotidiano. Elementos que permitem composições funcionais, elegantes e surpreendentes transmitem a essência de um movimento que, até hoje, continua a influenciar profundamente a arquitetura produzida no País.
No Lina, novo empreendimento da Vectra na Nova Prochet, em Londrina, essa tradição é reinterpretada para o presente por meio de uma homenagem direta à arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, cujo olhar humanista transformou a maneira como o Brasil projeta e ocupa os espaços.

O concreto aparente e as formas orgânicas estão presentes no projeto de maneira elegante e sutil.
A herança modernista como ponto de partida
O modernismo brasileiro, especialmente a partir dos anos 1950, trouxe a integração entre arte, arquitetura e vida urbana. Grandes vãos, transparência, convivência e relação com o entorno tornaram-se marcas de uma estética que buscava, acima de tudo, funcionalidade e conexão.
O arquiteto Celso Akira, responsável pelo projeto arquitetônico do Lina, buscou extrair essas referências com o desafio de atualizar a linguagem modernista para a vida contemporânea.
“A Lina era muito humana, quase como uma antropóloga. Ela analisava profundamente o comportamento das pessoas e projetava espaços dinâmicos, sempre em evolução”, lembra Akira.
A visão de que a arquitetura dialoga com a forma como as pessoas vivem foi o eixo que conduziu o processo criativo.
Forma, função e contexto
A obra de Lina é marcada por uma combinação rara de rigor técnico e liberdade estética, brutalismo e delicadeza, monumentalidade e acolhimento. Seus projetos integram o concreto aparente a formas orgânicas e texturas que suavizam o impacto dos materiais. Akira explica como isso se traduziu no novo empreendimento da Vectra.
“Trouxemos elementos do modernismo de forma orgânica. O concreto aparente aparece, mas sempre trabalhado em composições leves e sutis, com texturas interessantes. As grandes janelas, com peles de vidro, a ventilação natural e a iluminação abundante garantem essa integração constante entre interior e exterior”, afirma.
A tríade que guiava Lina — forma, função e contexto — também permeia cada decisão do projeto. Para Akira, isso significa compreender o edifício como parte do bairro e da vida das pessoas.
“A integração entre espaço interno e externo era fundamental para ela. Procuramos trazer isso tanto no apartamento quanto nas áreas comuns, sempre conectando arquitetura e paisagem”, observa.
Lazer completo
Embora o empreendimento conte com apenas 68 unidades, as áreas de lazer são amplas e planejadas a partir de hábitos reais de uso dos moradores.
Quadra de beach tennis é um dos destaques do lazer do Lina.
“Estudamos sempre os ambientes mais utilizados nos condomínios. Por isso, o projeto inclui espaços de festa bem equipados, gourmet com piscina privativa, academia de 130 m² e áreas de lazer ativo, como quadras de beach tennis e de esportes”, cita.
A piscina coberta do Lina é climatizada e possui uma raia de 20 metros.
A proposta atende a todas as idades, com playground, brinquedoteca, sala de jogos, lounge, piscinas climatizadas, incluindo uma raia coberta de 20 metros para a prática de natação em qualquer época do ano.
Há ainda ambientes voltados ao novo ritmo de trabalho.
“Criamos um espaço de estudo e trabalho com sala de reuniões que pode ser integrada ou fechada, permitindo usos simultâneos”, conta o arquiteto.
Modernismo vivo
Mais do que referências estéticas, o projeto absorve valores fundamentais do modernismo, como integração, clareza, convivência e respeito ao contexto. É uma interpretação contemporânea do legado de Lina, marcado por uma arquitetura viva, que acolhe, conecta e se adapta à vida das pessoas.
Conheça o projeto do Lina e a nova central de decorados da Vectra, na Av. Adhemar Pereira de Barros, n° 811, Bela Suíça • Londrina-PR. Telefone (43) 3376 4476
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